sábado, 27 de outubro de 2012

Do Tributo ao Queen


Simplesmente emocionante.
A participação do poeta Carlos Brunno Barbosa no show em homenagem ao Queen.

Assista.

Curiosidades

Elis Regina
Por causa da gargalhada escancarada e da grande vibração, o poeta Vinícius de Morais apelidou Elis de "Pimentinha". Outro apelido da cantora era "Baixinha", por causa do seu 1 metro e 54 centímetros de altura.
Elis também foi chamada de "Hélice Regina" por causa de sua forma de dançar girando os braços, por influência do bailarino Lennie Dale.
O cantor e compositor Milton Nascimento costuma dizer que, durante muito tempo, só fazia músicas pensando em Elis Regina. Milton sonhava com Elis todas as noites depois que ela morreu. Segundo ele, ela não cantava. A primeira música de Milton que Elis interpretou foi "Canção do Sal", quando ele ainda era um estreante.

 Alguns dizem que o despertar da cantora foi com a música "Menino das Laranjas", composta por Téo de Barros em 1964. Outros acreditam que a "estreia" de Elis foi em "Arrastão", de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, que ganhou o I Festival de Música Popular Brasileira, da TV Excelsior. Mas, segundo a própria Elis, a música "Preciso aprender a ser só", de Marcos e Paulo Sérgio Valle, foi a primeira que chamou a atenção do público e da crítica para o seu potencial. Ela interpretou a canção durante o show na boate Little Club, no Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro. Na época, ela trabalhava como crooner.
Elis se recusou a levar o show "Transversal do tempo" para Buenos Aires, em 1978. A decisão era uma represália à censura argentina, que havia proibido a venda do disco "Falso Brilhante", que trazia a música "Gracias a la vida", de Violeta Parra.
Quando a roqueira Rita Lee foi presa por porte de maconha, em 1976, recebeu na cadeia uma carta de Elis. O surpreendente é que as duas nem se conheciam e trabalhavam com tipos diferentes de música, o que sugeria uma certa rivalidade. Depois da prisão, Elis convidou Rita para participar de seu especial de fim de ano na TV Bandeirantes.



 Uma passagem famosa na carreira de Elis foi sua apresentação no Festival de Jazz de Montreaux, na Suíça, em 1979. A cantora e os músicos entraram muito nervosos no palco porque a plateia estava cheia de celebridades. Quem acompanhava a cantora ao piano era Hermeto Pascoal. Elis chorou, suou muito, ficou mexendo o olho por causa do rímel que escorria. De volta ao Brasil, chamou André Midani, da gravadora Warner, para avaliar a gravação do show: pausas no meio da música e voz trêmula. Ela decidiu que aquele show jamais deveria virar um disco. Fez André jurar que não lançaria aquela gravação nem quando ela morresse.
 Dois anos depois da morte de Elis, Midani ouviu as fitas e resolveu contrariar o juramento pela memória da cantora. Selecionou cinco faixas do show e juntou mais três músicas com Hermeto para lançar o LP "Elis em Montreaux". A apresentação no festival guardava pérolas, como a música "Samba dobrado", uma das primeiras do compositor Djavan, que seria lançada pela cantora. Outra surpresa foi a canção "Rebento", que Gilberto Gil escreveu especialmente para Elis Regina.
(Fonte:Site www.guiadoscuriosos.com.br) 

Bom, segue uma das minhas preferidas dessa espetacular cantora:
http://www.youtube.com/watch?v=Ft0tvgBpkik&feature=related 

Carina Sandré - Versos Limados (Video Oficial)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Entrevista TV

Carina Sandré gravou uma entrevista especial para a Band Rio Interior.
A cantora falou sobre a música ''Versos Limados'' no programa Acontece Regional


Foto dos bastidores


A seguir, assista na íntegra a entrevista.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Videoclipe

Cenas da gravação do videoclipe
Assista ao videoclipe da música ''Versos Limados''.


domingo, 7 de outubro de 2012

Entrevista


Eleita por votação popular através de um site na categoria cantora do ano na região Sul Fluminense.

Confira a matéria a seguir na íntegra ou pelo link:
http://www.olhovivo.ca/carina-sandre-e-eleita-a-melhor-cantora-da-regiao-pelos-leitores-do-olho-vivo/



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Final do IV Festival Intermunicipal de Música de Rio das Flores

Agora você fica sabendo um pouquinho mais sobre essa jovem que canta desde criança, inspirada pela mãe, que cantava serestas quando jovem. Carina gosta de percussão, influenciada pelo pai (que foi ritmista em escola de samba) e pelo irmão. Já fez parte de uma banda de pop rock e várias participações em shows de outras bandas. Participou da segunda temporada do “Ídolos” (no SBT), em 2007, e também marcou presença em festivais de intérpretes.
Carina ainda participou da reformulação de uma banda de pop rock, realizando shows em São Paulo e Belo Horizonte (eventos universitários, casas noturnas e pubs). Em 2010, participou do projeto Cultura para Todos, no Cine 9 de Abril, em Volta Redonda, fazendo duas apresentações abrindo os shows do grupo Demônios da Garoa. Após um pequeno intervalo, retornou com trabalho solo e muito bem acompanhada.
Em outubro de 2011, idealizou, registrou e organizou o evento “Lugar de mulher é no vocal”, no qual sua banda mostrou seu repertório diversificado, intenso, dançante, reunindo MPB, samba, funk, pop, rock nacional e internacional, com versões bem pessoais para sucessos de Stevie Wonder, Queen, Madonna, Michael Jackson, Roberto Carlos, Jair Rodrigues, além de sucessos atuais e do trabalho autoral. Em fevereiro, devido ao sucesso do primeiro evento,organizou a segunda edição. Ela está preparando mais composições autorais para um projeto futuro com nome ainda não definido. 
Em junho, Carina foi finalista no IV Festival Intermunicipal de Música em Rio das Flores (RJ), com a música “Coisa pouca”, que também fará parte do trabalho autoral. Em agosto, aconteceu a terceira edição do “Lugar de mulher é no vocal”, e em 14 de setembro foi a vez do “Tributo ao Queen”, onde a cantora e sua banda receberam convidados especiais, entre eles, Figurótico. A primeira música do projeto autoral chama-se “Versos limados”, cujo vídeo foi lançado no fim de abril. A banda que acompanha Carina é formada por Adriano Oliveira (guitarra e vocais), Fabrício Groatears (bateria) e Fábio Gonçalves (baixo).

Confira o bate-papo do Olho Vivo com Carina Sandré


(Carina Sandré com toda sua timidez na entrevista a seguir)


Como você recebeu a notícia de ter sido escolhida a “melhor cantora da região” por votação popular?
- Fiquei feliz por ter meu nome citado na enquete. Ficaria contente com o resultado, tendo sido a mais votada ou não, porém, diante da escolha e por voto popular tenho a consciência de que nosso trabalho está e continuará sendo mais e mais visto, porque fazemos com muita seriedade e paixão.
Lamentavelmente, algumas pessoas não entenderam bem a finalidade da enquete, que é valorizar os talentos locais, além de interagir com os internautas, é claro. Que avaliação você faz disso tudo?
- Eu avalio da mesma maneira, Cláudio. É importante artistas locais serem lembrados.Ter seu nome citado numa enquete, entre tantas cantoras, como Sara Bentes, por exemplo, é bacana sim! E nos dá a possibilidade de mais pessoas tomarem conhecimento de nosso trabalho, em especial o autoral.
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(Foto: Divulgação/João Marcos Coelho)
Carina durante o "Tributo ao Queen"
Quais são as suas cantoras favoritas, cantores, bandas (locais, nacionais e internacionais)?
Admiro muito Elis Regina, Cássia Eller, Paula Lima, Roberta Sá, Cartola, Queen, Simply Red, Stevie Wonder, Michael Jackson. Cantores locais, que são grandes artistas da mesma maneira, pelos quais tenho grande admiração, carinho e respeito: Jorge Guilherme, Figurótico e mais recentemente passei a conhecer o trabalho das bandas Independence e Derival.
Quando e como foi o início da sua carreira? Estudar canto é fundamental para a formação de uma cantora?
- Cantei na igreja, na escola, amava recitar poemas quando criança. Participei de um programa de TV, em seguida tive uma banda de pop rock. Estudar canto é fundamental sim, se você tiver o dom é preciso desenvolvê-lo, até porque ninguém nasce pronto e é importante nunca parar de estudar.
Como você define o seu estilo? Quais foram suas influências para chegar ao que é hoje?
- Nosso estilo pode ser rotulado de pop, mas eu e os meninos da banda costumamos brincar por conta da mistura que fazemos: samba, soul, funk americano, rock, MPB. Mas ainda não conseguimos arrumar um nome pra essa mistura toda que fosse original, então pop, por enquanto, está bom (risos). As influências que compõem o som são de nós quatro, cada um com o que mais gosta e como citei anteriormente. Citando alguns artistas que inspiram nosso som: Jair Rodrigues, Sandra de Sá, Paula Lima, Michael Jackson...
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(Foto: Divulgação)
Gravação do videoclipe de “Versos limados”
Você não se limita a cantar, também promove seus próprios eventos. Por que essa opção? E como está sendo o resultado?
- Pois é, senti a necessidade de tentar algo novo. Nesses cinco eventos que organizei, cuidei de cada detalhe, da elaboração no papel até a divulgação. E não somente minha banda se apresenta, sempre recebemos convidados. O mais recente aconteceu dia 14, fizemos o “Tributo ao Queen” e recebemos convidados especiais, como o Figurótico. Os outros foram “Lugar de mulher é no vocal 1, 2 e 3”, além do “Double sound”, todos com nomes registrados, inclusive. E todos foram sucesso, quero aproveitar para agradecer aos que sempre apoiam e acreditam nos projetos.
Como anda o mercado musical para as cantoras locais aqui no Sul Fluminense, principalmente em Volta Redonda? E quais os pesos dos setores público e privado nesse atual cenário?
- Felizmente há muitas pessoas talentosas na região, isso gera uma espécie de disputa branca, algo natural que acontece e que por ser uma região significativamente pequena, se comparada ao número de mulheres envolvidas com música, gera uma grande mistura de gostos, de jeitos, de “fanbases”. E quanto ao peso dos setores público e privado... Conseguir apoio para eventos culturais não é nada fácil, sabemos disso, mas mesmo assim não é capaz de nos impedir de continuar caminhando.
Fale um pouco sobre as diferenças entre o trabalho autoral e o de intérprete. Alguma predileção?
- São dois trabalhos feitos com a mesma seriedade, amor e comprometimento, e digo isso também em nome dos meninos que me acompanham. A emoção por ouvir alguém cantarolar o refrão de uma autoral é incrível, sentimos isso recentemente num festival de música em que fomos finalistas. Agora, como intérprete, a emoção não é menor, a responsabilidade é grande também.
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(Foto: Divulgação/Jair de Assis)
Banda: Carina e os meninos que a acompanham sempre; Adriano Oliveira (guitarra e vocais), Fabrício Groatears (bateria) e Fábio Gonçalves (baixo)
Cite um (ou mais de um) momento marcante na sua carreira.
- O mais recente foi durante a homenagem que fizemos ao Queen, a energia do público foi algo inexplicável, e um momento que guardarei pra sempre aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, em que preservamos as vozes dos integrantes da banda no trecho da ópera, e quase não conseguíamos ouvi-las, porque as vozes do público se tornaram uma só. Um outro momento marcante aconteceu durante uma apresentação em que abri o show do Demônios da Garoa e, ao virar-me de lado, eles estavam na escada que dá acesso ao camarim me observando.Tremi dos pés à cabeça, e quando minha apresentação terminou, ao sair do palco, fui recebida pelo Canhotinho, um dos queridos integrantes, que me estendeu a mão e disse: “Parabéns, menina, você tem o samba na veia”. E em seguida recebi um aperto de mão e um sorriso de cada um deles.
Quais são os seus projetos daqui para frente? O que vem por aí?
- O lançamento do nosso EP, mais eventos saindo do papel, mais e mais shows, porque tenho a consciência de que o reconhecimento virá, já que nosso trabalho é sério, porque tanto eu quanto o Adriano, Fabrício e Fábio gostamos e acreditamos no que fazemos. E quero deixar registrado aqui meu carinho e respeito a esses três caras que me auxiliam luxuosamente.